quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O CACAU

Há alturas em que só nos apetece uma dose de chocolate para enfrentar o dia, verdade?
Um chocolate quente ou uma barra de chocolate são sempre bem-vindos, mas se conseguirem resistir à tentação poderão experimentar outras maneiras de tirar o máximo partido dos grãos de cacau. Uma destas formas é usá-los como ingrediente em cuidados e tratamentos da pele, como alguns produtos da Clarins.

Clarins_cacau

O cacau é originário da América Central e conta a lenda asteca que a planta, o cacaueiro, foi oferecida por Quetzalcoatl (um dos deuses das culturas pré-colombianas) aos homens como símbolo de admiração: Quetzalcoatl não gostava de sacríficios humanos e ficou sensibilizado com o fato de uma princesa ter sido imolada por recusar-se a trair o marido. Do sangue da princesa, Quetzalcoatl fez nascer uma árvore cujos frutos escondiam um tesouro: sementes amargas como o sofrimento, fortes como a virtude e vermelhas como o sangue. Consideradas sagradas, serviam para confecionar uma bebida revigorante, fortificante e afrodisíaca dada os soberanos.
Desde então, os cientistas descobriram que a fava de cacau é rica em moléculas ativas: polifenóis antioxidantes, magnésio relaxante, teobromina estimulante.

Nos seus produtos, a Clarins utiliza dois tipos de fava de cacau para nutrir, hidratar, amaciar e proteger a pele: os insaponificáveis de manteiga de cacau (parte nobre da fração lipídica) com propriedades nutritivas, antidesidratantes e antienvelhecimento e um extrato de fava de cacau rico em polifenóis com ações suavizantes e antirradicalares. Como acontece com todos os ingredientes à base de plantas, a sua proveniência é da agricultura/economia sustentável e do comércio justo.
Alguns dos produtos que contêm este ingrediente são o Crème Délicieuse Auto-Bronzante, o Concentré Teinté Auto-Bronzant IntenseGelée Auto-Bronzante Express


Imagens©Direitos reservados
SHARE:

Sem comentários

Enviar um comentário

© CLARINS Blog. Todos os direitos reservados.
Designer Blogger Template by pipdig